IMPACTO FEMOROACETABULAR E ARTROSCOPIA DE QUADRIL

        IMPACTO FEMOROACETABULAR (IFA) OCORRE QUANDO EXISTE UM CONTATO ANORMAL ENTRE A CABEÇA DO FÊMUR E O ACETÁBULO. ESSE CONTATO ANORMAL LEVA A UMA DIMINUIÇÃO DA AMPLITUDE DE MOVIMENTO DA ARTICULAÇÃO, A DOR E AO DESGASTE PROGRESSIVO DA CARTILAGEM ARTICULAR. GERALMENTE O IMPACTO RESULTA DA PRESENÇA DE UM EXCESSO DE OSSO NA TRANSIÇÃO DA CABEÇA COM O COLO DO FÊMUR (A CABEÇA DO FÊMUR É MAIS OVAL DO QUE DEVERIA), QUANDO É CHAMADO DE “IMPACTO TIPO CAME”. TAMBÉM PODE SER DECORRENTE DE UM EXCESSO DE COBERTURA DA CABEÇA FEMORAL PELO ACETÁBULO (COXA PROFUNDA), “IMPACTO TIPO PINCER”.

           ESSE CONTATO ANORMAL ENTRE O FÊMUR PROXIMAL E O ACETÁBULO PODE LEVAR A LESÕES DO LABRUM E DA CARTILAGEM. COM A PROGRESSÃO DAS LESÕES, O OSSO DO FÊMUR IMPACTARÁ COM O OSSO DA BACIA O QUE CHAMAMOS DE ARTROSE.

           COM UMA RADIOGRAFIA DE BACIA É POSSÍVEL DETECTAR O IMPACTO. OUTRAS INCIDÊNCIAS E OUTROS EXAMES, NO ENTANTO, SÃO IMPORTANTES PARA A QUANTIFICAÇÃO DO QUADRO.

          OS EXAMES DE IMAGEM COMUMENTE SOLICITADOS SÃO: RX AP DE BACIA, RX COXEOFEMORAL D e E (FALSO PERFIL DE LEQUESNE, DUNN 45, DUNN 90), RESSONÂNCIA MAGNÉTICA OU ARTRORESSONÂNCIA E A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA COM RECONSTRUÇÃO 3D.

            A MAIOR PARTE DOS CASOS DE IMPACTO FEMORACETABULAR PODE SER TRATADO ATUALMENTE PELA ARTROSCOPIA DO QUADRIL.

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